Reciclagem

O plástico, o incompreendido!
Nos últimos anos, os problemas ambientais associados aos plásticos que acabam nos oceanos contribuíram para criar, de forma injusta, a perceção de que o plástico é um material poluente e prejudicial.

Várias iniciativas chegam mesmo a defender a proibição dos plásticos.

No entanto, o problema não está no plástico em si. Está na eliminação inadequada ou deliberada dos resíduos na natureza, bem como na ausência de sistemas adequados de recolha, tratamento e/ou reciclagem por parte de alguns municípios.

Na realidade, graças às suas propriedades únicas, os plásticos podem oferecer diversas vantagens com benefícios ambientais. Por exemplo, a utilização de embalagens de plástico adequadas pode prolongar significativamente o prazo de conservação dos alimentos, reduzindo o desperdício alimentar nos pontos de venda e o impacto ambiental associado ao transporte e à produção desses alimentos.

No caso das embalagens insufláveis, estas permitem reduzir em mais de 95% os resíduos e o volume necessário para transporte e armazenamento antes da utilização, proporcionando simultaneamente um elevado nível de proteção. Temos orgulho em disponibilizar estas soluções insufláveis, que são não só reutilizáveis, como também, depois de esvaziadas, podem ser facilmente recicladas ou ocupar apenas uma pequena fração do espaço em aterro necessário para produtos de outras soluções de embalagem.

Nos Estados Unidos

Por favor, reutilize ou recicle estes produtos. Consulte o serviço postal ou o ponto de venda de embalagens da sua região para saber se aceita estes produtos ainda insuflados para reutilização. Para reciclar, esvazie os produtos e entregue-os num supermercado ou estabelecimento que aceite sacos de plástico para reciclagem.

Na Europa

A reciclagem e a incineração com recuperação de energia constituem soluções que são não só ambientalmente adequadas, mas também economicamente viáveis, aplicáveis à maioria dos tipos de resíduos.
O princípio do “poluidor-pagador”, implementado na União Europeia no início da década de 1990, constitui uma forma de incentivar os serviços públicos e as empresas privadas a investir no tratamento e gestão dos resíduos.